A condição prévia: base estruturada.
Qualquer indicador de manutenção depende de uma base mínima: ativos cadastrados com hierarquia, ordens de serviço registradas com escopo e prazo, execução com data de início e fim, histórico técnico vinculado ao ativo. Sem isso, o indicador é construído manualmente e perde rastreabilidade.
Indicadores operacionais essenciais.
- Backlog técnico. Volume de demanda pendente, distribuído por área e prioridade.
- Aderência à preventiva. Quanto do plano preventivo programado foi efetivamente executado.
- Distribuição entre corretiva e preventiva. Indicador clássico de maturidade da manutenção.
- Tempo médio entre falhas e tempo médio de reparo. Construídos sobre histórico real do ativo.
- OS por ativo crítico. Frequência de intervenção em ativos de alto impacto.
Indicadores gerenciais.
- Carga de trabalho por equipe e por turno.
- Comparativo entre plantas e unidades.
- Evolução do backlog ao longo do tempo.
- Aderência ao plano industrial de paradas.
O erro mais comum.
Tentar construir indicadores antes de estruturar a base. Quando o indicador depende de planilhas paralelas e consolidações manuais, ele deixa de ser ferramenta de decisão e vira disputa interna sobre o número. O PCMPACK organiza a base — ativos, OS, preventiva, histórico — para que o indicador seja consequência, não esforço extra.
