Por que a planilha deixa de funcionar.
- Cada área cria sua própria versão e os dados divergem.
- Não existe histórico real por ativo.
- Preventivas dependem da memória de quem mantém a planilha.
- Indicadores são construídos sem rastreabilidade.
- Multiplantas perdem padrão entre si.
Etapas técnicas da transição.
- Mapear ativos com hierarquia. Antes de migrar qualquer planilha, definir planta, área, linha e equipamento como base estrutural.
- Padronizar a solicitação de manutenção. Um único canal de entrada para todas as demandas.
- Estruturar a ordem de serviço. Escopo, ativo, prioridade, prazo e responsável definidos.
- Reconstruir planos preventivos. Por criticidade do ativo, não por hábito histórico.
- Estabelecer registro técnico de execução. Cada OS contribui para o histórico do ativo.
- Configurar indicadores. Construídos sobre a base real, não em planilhas paralelas.
O que preservar da fase planilha.
O conhecimento técnico acumulado em planilhas não se descarta. Cadastro de ativos, planos preventivos e histórico relevante devem ser incorporados à nova base. A migração só faz sentido se a memória técnica existente sobreviver à transição.
Como o PCMPACK suporta essa transição.
O PCMPACK é desenhado como o destino estrutural dessa migração: ativos hierarquizados, solicitações padronizadas, OS com fluxo único, planos preventivos programados, histórico técnico por ativo e indicadores apoiados em base estruturada. A transição é tratada como projeto técnico, não como troca de ferramenta.
